É Primavera! ♡

Photo by Maja Petric on Unsplash
[Você pode ler ouvindo esta música]
Não sei vocês, mas eu amo a primavera. Vou ser julgada, xingada e ameaçada de linchamento por dizer isso, mas eu não gosto do tempo frio. Porque odeio sentir frio, fico meio “deprimida” com o céu fechado e a preguiça que eu já tenho normalmente dobra de intensidade. As estações não são muito bem definidas aqui no Rio de Janeiro. Sempre é calor demais (e também não estou dizendo que gosto dessa amostra grátis do inferno). Mesmo assim, fazendo sentido ou não, eu sempre me sinto muito bem quando chega a primavera.
É sobre recomeços, florescimento, despertar. A primavera também, mas estava falando da sensação que tenho quando ela chega. E faz algumas semanas que tenho me sentido como se flores fossem brotar em mim. O começo da primavera pra mim é quase ano novo. Faço resoluções, planos, tenho várias ideias e meus sentimentos ficam mais vívidos. E o bacana é que não existe a mesma auto-cobrança do começo do ano. Logo, não precisa ficar só na promessa.
Os últimos meses foram desanimadores, não escondi isso, mas também não falei tanto a respeito. Não gosto de ficar disseminando o que não é tão proveitoso. Mas, por sorte ou sei lá, eu continuei. Primeiro porque acho importante não desistir. Segundo porque tem uma galera muito legal que me ajuda de jeitos que eu nem sou capaz de expressar em palavras. Terceiro porque é vital não perder a esperança de que as coisas vão clarear, as ideias vão surgir e flores vão brotar. Afinal, é primavera. ♡
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No mesmo barco

Photo by Ruslan Zh on Unsplash

[Você pode ler ouvindo essa música e depois pode ver esse vídeo]
O que será que deu na gente? Parece que tá todo mundo meio solto, meio insosso, meio perdido, meio tentando encontrar um lugar pra chamar de lar, meio tentando se esconder em certezas que não são tão certas. Talvez por puro medo de assumir que a gente não faz ideia do que quer da vida. Mas talvez negar isso seja a pior maneira de lidar.
Sabe o que eu percebo? Que tá todo mundo na mesma. Parece que nos ocupamos tanto preenchendo tempo que esquecemos de prestar atenção no que nos inspira de verdade. Outra coisa comum de acontecer é querer fazer parte de alguma coisa. A gente tá tão habituado a ver pessoas que conseguiram, que se destacaram, que parecem tão certas do que querem que queremos ser como elas. Mas todo mundo tem seus dias. Até essas pessoas.
Quando eu converso com meus amigos percebo que não é só pra mim que o futuro parece incerto. E isso sempre traz um alívio, mas ao mesmo tempo é estranho sentir esse alívio. É como se eu pensasse “não estou lascada sozinha”. Mas na realidade, a gente nem tem que se preocupar ou se cobrar tanto. O tempo que perdemos com ansiedade é o tempo em que poderíamos apenas ser e fazer e viver. E nisso a vida vai acontecendo.
Pra fechar de vez essa conversa, se você estiver se sentindo perdido, sem rumo, sem perspectiva e com medo do que pode rolar amanhã, calma! Tá todo mundo no mesmo barco. E, se todo mundo se ajudar e remar bonitinho, o destino pode ser algum lugar bem legal. Que talvez não estivesse nos planos, mas que pode ser melhor do que a gente imaginou.
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Sobre não desistir (ou algo assim)


Uma vez me perguntaram o que não se devia deixar de fazer. Minha resposta foi: não se deve deixar de considerar o que tem importância pra você. Não foi bem com essas palavras, e eu nem lembro por que essa pergunta surgiu. Mas depois de ter algumas expectativas frustradas, aprendi a tirar proveito disso. A vida de ninguém para porque a gente precisa se recompor. Nem a nossa. Se desculpar consigo mesmo achando que isso justifica tudo e te faz café com leite na vida não é aplicável à realidade.
Eu acredito que a gente não controla todas as circunstâncias à nossa volta. Mas acredito também que sempre existem coisas que podemos e devemos fazer antes de esperar que a vida seja legal com a gente. E a principal é: não desistir. Porque o tempo não para, oportunidades nem sempre se repetem e atrás vem gente.
Posso soar meio repetitiva, mas existem coisas que os outros não podem fazer por nós. Porque não estão na nossa pele, porque não se importam e/ou porque têm suas próprias vidas pra cuidar. Você pode ficar uma semana ou vários meses cultivando a dor de um pé na bunda, mas enquanto isso, a outra pessoa está se refazendo, correndo atrás do que é dela e, quem sabe, até em um novo relacionamento.
Não, isso não é uma competição pra ver quem se dá bem primeiro. É só um toque pra ninguém sofrer mais do que é necessário ou desperdiçar tempo chorando, enquanto poderia conquistar sonhos e aproveitar oportunidades de fazer, construir e viver coisas incríveis. Não desista do que você quer e não perca tempo velando coisas que já foram. 
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